Sinal de Maturidade: Riscos Empresariais e Resiliência

Sinal de maturidade de uma empresa, independente do porte ou do setor de atuação, é sem sombra de dúvidas a posse de um plano de gerenciamento de riscos. Isto porque um documento que dê "um norte" ao topo da administração, sócios e gerentes, auxilia na condução de projetos que preparem a empresa para prever riscos, estimar impactos e definir respostas aos riscos. E isto é resiliência pura!


Por certo que não basta ter um documento estático. Os planos de gerenciamento de riscos devem ser revisados ​​periodicamente pela administração e pelas equipes de projeto para evitar que a análise se torne obsoleta e acabe não refletindo os riscos potenciais e reais do negócio.

No meio do caminho surgem conflitos de interesse entre quem lidera o gerenciamento de riscos e alguns sócios ou colaboradores, "acostumados" em negligenciar no gerenciamento de riscos existentes em projetos e na própria condução do negócio como um todo. Para sair desta armadilha, há que antes de tudo existir entendimento de que gerenciamento de riscos basicamente garante a sobrevivência de curto-médio prazo de um projeto ou no sucesso estratégico do negócio, o que aliás deve ser a meta número 1 de qualquer empresa.


Aspectos importantes a se considerar de imediato:

  1. Identificar os riscos aos quais o negócio pode estar exposto em seu ambiente operacional. Existem muitos tipos diferentes de riscos – riscos regulatórios, riscos ambientais, riscos de mercado etc. É fundamental identificar o maior número possível desses fatores de risco. Em seguida fazer com que estes riscos fiquem visíveis para todas as partes interessadas da empresa. Nada de "trancar" os riscos em um relatório acessível apenas ao topo. Para gerenciar riscos, as partes interessadas precisam ter liberdade para ver quais riscos foram identificados no sistema de gestão de riscos e como a empresa pretende tratar dos mesmos.

  2. Escolher uma abordagem adequada. São muitas as metodologias para se (i) identificar, (ii) avaliar e (iii) tratar riscos. Entre elas está a ISO 31000 que fornece diretrizes sobre o gerenciamento de riscos enfrentados pelas empresas. A aplicação dessas diretrizes pode ser customizada para qualquer tipo de organização e seu contexto e pode ser usada ao longo da vida útil de um projeto e pode ser aplicada a qualquer atividade, incluindo a tomada de decisões em diversos níveis.

Se sua empresa pretende lidar com os riscos de modo a se tornar cada vez mais resiliente, certifique-se de que o topo da administração identifique, analise e responda adequadamente aos riscos que podem afetar adversamente a realização de objetivos de negócios estabelecidos. Podemos ajudar? Fale conosco em sac@logike.com .

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